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07 junho 2012

Tecnologia Assistiva
Trata-se de um termo novo.
Tem sido utilizado para referir-se a todo o conjunto de produtos especiais e outros recursos que, de alguma maneira contribui para tornar viável uma vida independente para as pessoas com deficiência.
Tecnologia Assistiva engloba todo e qualquer equipamento, produto ou sistema que torna possível a essas pessoas melhor qualidade de vida, através do aumento, manutenção ou da devolução das suas capacidades funcionais.
Produtos - tecnologia assistiva
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PRODUTOS ESPECIAIS
Rampas elevatórias
Os produtos e artefatos inseridos dentro de Tecnologia Assistiva podem variar desde uma simples bengala a um sistema computadorizado de comunicação.


Estão incluídos, por exemplo, brinquedos e roupas adaptadas, computadores e seus softwares, equipamentos de comunicação com aumento, chaves e acionadores especiais, dispositivos para sentar e posicionar, automóveis e adaptações para mobilidade manual e elétrica, aparelhos auditivos, auxílios visuais, próteses e órteses, além de centenas de itens adaptados ou disponíveis no mercado.


Veja na página "Produtos Especiais" deste site maiores informações a respeito de empresas e serviços que trabalham com todos esses tipos de produtos e equipamentos.

PRINCIPAIS TIPOS, SEGUNDO ÁREAS DE APLICAÇÃO:

Adaptações para Atividades da Vida Diária e da Vida Prática: 
Dispositivos que auxiliam no desempenho de tarefas de auto-cuidado, como o banho, o preparo de alimentos, a manutenção do lar, alimentação, vestuário, entre outras.

Sistemas de Comunicação: 
Permitem o desenvolvimento da expressão e recepção de mensagens. Existem sistemas computadorizados e manuais. Variam de acordo com o tipo, severidade e progressão da incapacidade.
adaptação p/ computador
Dispositivos para Utilização de Computadores:
Existem recursos para recepção e emissão de mensagens, acessos alternativos, teclados e mouses adaptados, que permitem a pessoas com lesões físicas operar computadores.




Unidades de Controle Ambiental:
São unidades computadorizadas que permitem o controle de equipamentos eletrodomésticos, sistemas de segurança, de comunicação, de iluminação, em casa ou em outros ambientes. 
Banheiro adaptado
banheiro adaptado

Adaptações Estruturais em Ambientes Domésticos, Profissionais ou Públicos:
São dispositivos que reduzem ou eliminam barreiras arquitetônicas, como por exemplo rampas, elevadores, entre outros.




Adequação da Postura Sentada: 

Existe um grande número de produtos que permitem montar sistemas de assento e adaptações em cadeiras de rodas individualizados. Permitem uma adequação da postura sentada que favorece a estabilidade corporal, a distribuição equilibrada da pressão na superfície da pele, o conforto, o suporte postural.

Adaptações para Déficits Visuais e Auditivos: 

São lentes de aumento, telas aumentadas, sistemas de alerta visuais, amplificadores e outros.

Equipamentos para a Mobilidade: 
São as cadeiras de rodas e outros equipamentos de mobilidade, como andadores, bengalas, muletas e acessórios. Ao selecionar um dispositivo de auxílio à mobilidade, este deve ser adequado à necessidade funcional do usuário, avaliando-se força, equilíbrio, coordenação, capacidades cognitivas, medidas antropométricas e postura funcional. 
Veículos adaptados
Adaptações em Veículos: 
Incluem as modificações em veículos para a direção segura, sistemas para acesso e saída do veículo, como elevadores de plataforma ou dobráveis, plataformas rotativas, plataformas sob o veículo, guindastes, tábuas de transferência, correias e barras.




Desenho e Pintura
Outras atividades muito freqüente na escola são o desenho e a pintura. Através dele o aluno representa seu entendimento, seus sentimentos etc. Nesse caso podemos enfrentar o problema de manejo do lápis, giz de cera ou pincel, que exigem uma habilidade motora fina. Além de manusear estes instrumentos o aluno fixa, com a outra mão, o papel no qual vai desenhar. Esta tarefa pode ser muito difícil para algumas crianças e podemos pensar em alternativas para lhes auxiliar.
A primeira idéia seria a de fixar a folha com fita adesiva ou em uma prancheta. Precisamos verificar qual a habilidade de preensão da mão deste aluno e escolher uma alternativa como um engrossador para o lápis ou pincel. As fotos que seguem ilustram algumas alternativas possíveis:
A “aranha-mola” é um arame revestido, onde os dedos e a caneta são encaixados. (www.expansao.com)
Dia Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência Física
Figura 6 – Aranha-mola.
Os movimentos involuntários podem ser inibidos por uma pulseira imantada. Na caneta, um engrossador de borracha também facilita a preensão e escrita. (Figura 7) (www.expansao.com).
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Figura 7 – Pulseira imantada.
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Figura 9 - Órtese
Um engrossador de lápis pode ser feito com espuma macia (Figura 8) e órteses podem melhorar a posição da mão do aluno e ainda conter um dispositivo para fixar o lápis. (Figura 9) (www.expansao.com).
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Figura 8 – Engrossador de espuma.
Várias adaptações podem ser confeccionadas, utilizando-se materiais que originalmente tinham outra função. Uma bola de borracha encontrada em farmácias e que faz parte do “sugador de leite” pode tornar-se um recurso ótimo de adaptação do lápis. (Figura 10)
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Figura 10 – Adaptação de borracha.
Podemos confeccionar engrossadores de lápis, pincéis, giz de cera, rolo para pintura e tubo de cola colorida, utilizando uma espuma encontrada em ferragens e que, originalmente, serve para o revestimento de encanamento de água quente. Esta espuma é vendida em metro e a encontramos em vários diâmetros. (Figura 11)
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Figura 11 – Engrossadores de espuma.
No caso de crianças sem possibilidade de usar as mãos, podemos usar uma ponteira para a boca ou cabeça e com ela fazer, além da digitação, o desenho, a pintura, virar a página, entre outros. (Figura 12)
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Figura 12 – Ponteira de cabeça.
Na ponteira de boca a ponta intraoral deve ter o formato em “U”. Dessa forma, garantirá maior fixação pela ação de toda a arcada dentária. Poderemos também experimentar recursos que sejam utilizados com os pés, com ou sem acessórios de ajuda para fixar o lápis, pincel ou outro acessório.

Apontar o Lápis

Durante a escrita ou desenho é comum quebrar a ponta do lápis.
Será que é possível meu aluno fazer a ponta de seu lápis se consegue manejar bem somente uma das mãos? Foi essa pergunta que inspirou a criação de um apontador adaptado: um apontador comum foi colado sobre um taco de madeira e, dessa forma, a mão que apresenta maior dificuldade consegue fixar o taco enquanto a outra maneja o lápis dentro do apontador. (Figura 13)
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Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/outubro/dia-nacional-da-pessoa-portadora-de-deficiencia-fisica-7.php#ixzz1x9IwWc8U

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